Mostrando postagens com marcador literatura oral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador literatura oral. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de outubro de 2023

Aqui não temos wi-fi

Aqui não temos wi-fi

Maria da Conceição Ruivo e Graça Capinha (org)

Editora Afrontamento

Porto

2020

Tombo: 3409 

 

Aqui não temos wi-fi: conversas sobre literatura oral, organizado por Maria da Conceição Ruivo e Graça Capinha, é uma coletânea de ensaios. A obra apresenta ensaios acerca da literatura de tradição oral portuguesa em diferentes “expressões: contos, fábulas, poesia, cantos, anedotas e outros tipos ou modos de contar cuja origem remonta a tempos em que a fala era a forma de comunicar”. Tratam, assim, de uma literatura múltipla que é constantemente recontada também de forma múltipla através dos tempos com acréscimos., supressões e criações. Estão ali os ensaios de Maria da Conceição Ruivo, A reinvenção da fala na era digital; de Isabel David Cardigos, Caminho para o catálogo dos contos de tradição oral portuguesa; de Paulo Jorge Correia, Histórias de caçadores, pescadores e outros mentirosos: as patranhas na literatura oral; de Alexandra de Brito Mariano, As fábulas “lúpus et agnus”, “vulpis et coruus” e “Canis per fluuium carnem ferens” e os contos de animais correspondentes na tradição oral portuguesa; de Luís Quintais, Viva a bela sociedade/ A cantar ao desafio. Notas sobre Joaquim Espadinha e a poesia de tradição oral; de Paulo Lima, Para uma periodização do Cante Alentejano (1907-2014); de Carlos Augusto Ribeiro e Ana Paula Guimarães, O reles e o sublime: a terra e o céu; de Feliciana de Mira, Cante Alentejano: a celebração da terra; e de Graça Capinha, Ritos de participação: a poesia universal de um local chamado Portugal.

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Ó fala que foste fala

Ó fala que foste fala

Maria da Conceição Espadinha Ruivo

Editora Afrontamento

Porto

2013

Tombo: 3408 

 

Ó fala que foste fala: décimas de Joaquim Espadinha, de Maria da Conceição Espadinha Ruivo, é uma coletânea de poesia e História do Alentejo. A obra trata de coletar trabalhos poéticos de Joaquim Espadinha (1871-1955). Estão ali quadras e décimas recolhidas e organizadas pela autora, revelando detalhes do cotidiano do Alentejo e versos de um poeta popular numa feliz oportunidade de guardar à memória uma rica literatura, divulgada até então oralmente, daquela região portuguesa.

A edição é a terceira, conta, ainda, com prefácio e dados biográficos e históricos. A edição é ilustrada com fotografias em preto e branco.