segunda-feira, 31 de maio de 2021

A queda

A queda

Albert Camus

Editora Best Bolso

Rio de Janeiro

2007

Tombo: 2474 

 

A queda, de Albert Camus, é um romance de viés filosófico, como qualificam alguns críticos do famoso prêmio Nobel de Literatura. Neste curto romance, o protagonista dirige-se diretamente ao leitor como uma outra personagem que atende ao monólogo o qual se constitui em uma confissão de sua vida e seus julgamentos.

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Crônicas de humor carioca


Crônicas de humor carioca

Stanislaw Ponte Preta

Editora O Dia

Rio de Janeiro

1998

Tombo: 2292 

 

Crônicas de humor carioca, de Stanislaw Ponte Preta, é uma coletânea de crônicas do afamado escritor carioca Sérgio Marcus Rangel Porto, mais conhecido pelo seu pseudônimo. As crônicas, bastante contundentes à época da publicação original, podem não ter o mesmo efeito nos dias de hoje ou da data da publicação desta coletânea. Entretanto, o teor dessas crônicas são exemplares em mostrar o comportamento da sociedade carioca com seu peculiar humor.

A edição integra como volume 5 da coleção O Dia Livros. 

História da política exterior do Brasil


História da política exterior do Brasil

Amado Luiz Cervo e Clodoaldo Bueno

Editora UnB

Brasília

2002

Tombo: 3288 

 

História da política exterior do Brasil, de Amado Luiz Cervo e Clodoaldo Bueno, é um ensaio da história do Brasil sob a perspectiva de sua política exterior. Os autores apresentam a evolução das relações internacionais brasileiras, desde o império com ênfase no período republicano, e sua respectiva história. Sob o perpassar de diferentes correntes das relações internacionais, a política exterior brasileira é construída, evidenciando o protagonismo do Brasil na área.

A edição integra a coleção O Brasil e O Mundo.

O Brasil antes dos brasileiros: a pré-história de nosso país


O Brasil antes dos brasileiros: a pré-história de nosso país

André Prous

Editora Jorge Zahar

Rio de Janeiro

2006

Tombo: 2388 

 

O Brasil antes dos brasileiros: a pré-história de nosso país, de André Prous, é um ensaio de arqueologia. Um dos raros trabalhos de divulgação da arqueologia brasileira de forma mais popular. O autor – arqueólogo – traça a história da arqueologia brasileira e trabalha hipóteses da formação populacional brasileira anterior da colonização, evidenciando uma origem nada homogênea. A obra desenvolve o ensaio arqueológico, antropológico e histórico em capítulos, com conclusão intitulada Reflexões Finais, além de trazer um útil glossário ao final.

A edição é bem elaborada e ilustrada com desenhos e redesenhos de Adriano Carvalho e fotografias. A capa é de Sérgio Campante.

O cortiço


O cortiço

Aluísio de Azevedo

Editora Ediouro

São Paulo

199?

Tombo: 2293 

 

O cortiço, de Aluísio de Azevedo, é um romance naturista do século XIX. O enredo do romance envolve o cenário de um cortiço na cidade do Rio de Janeiro e a vida de pessoas simples daquele centro urbano, mostrando uma visão realista da sociedade carioca da época. O cortiço torna-se um personagem e protagonista do enredo, que envolve um grande número de outros personagens.

A edição integra a coleção Prestígio e conta com notas biográficas, bibliografia e introdução preparada por Dirce Cortes Riedel.

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Troilus and Cressida


Troilus and Cressida

William Shakespeare

Editora Wordsworth Classics

Heartfordshire

1993

Tombo: 2288 

 

Troilus and Cressida de William Shakespeare, é um drama em que o autor tece a história de amor e destruição de Tróilo e Créssida. Na escrita desta peça, Shakespeare trabalha um profundo pensar filosófico sobre os temas da obra: a guerra, o amor e o tempo. Críticos indicam que a obra tomou relevância à época da I Grande Guerra, embora seja um texto escrito em torno de 1609, falando da Antiguidade.

Na edição, o texto é integral e em inglês.

terça-feira, 25 de maio de 2021

Cobra Norato


Cobra Norato

Raul Bopp

Editora José Olympio

Rio de Janeiro

1994

Tombo: 1890 

 

Cobra Norato, de Raul Bopp, é um poema bem próprio da primeira fase do modernismo brasileiro, de características da antropofagia. No poema, o autor retoma a lenda folclórica bastante popular na Amazônia de uma cobra que se quer tornar gente, casar-se e viver com sua amada. O poema é construído de forma a evidenciar a antropofagia do movimento literário, uma obra prima e síntese do Movimento Antropofágico.

A edição é ilustrada pelo artista plástico Poty.